O kit para trabalho em altura é um conjunto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que, direcionados para um sistema de ancoragem adequado, são cuidadosamente selecionados para proteger trabalhadores contra quedas em projetos acima de dois metros do solo – como cinturão de segurança, dispositivos de conexão e acessórios.
Dito isso, você ainda deve escolher com sabedoria. Apesar de existirem versões específicas do produto para cada objetivo, geralmente encontramos no mercado algo mais genérico e simplificado, o que urge a necessidade de conhecer o que é o quê – e se o investimento vai suprir as necessidades da sua obra.
E é por isso que estou aqui! Continue comigo para descobrir as particularidades de um kit para trabalho em altura e quando optar por um, bem como a importância eventual de contar com uma equipe completa como a nossa para evitar qualquer tipo de risco fatal.
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O que contém (ou deve conter) no kit para trabalho em altura?
De forma geral, o kit para trabalho em altura reúne os EPIs utilizados diretamente pelo trabalhador para proteção contra quedas. Ele não é um produto normatizado com composição fixa, mas sim uma solução prática, montada para atender a atividades específicas.

Na maioria dos casos, um kit básico costuma incluir:
- Cinturão de segurança tipo paraquedista: É o elemento central do sistema. O cinturão é responsável por distribuir as forças geradas em uma eventual queda pelo corpo, reduzindo o risco de lesões graves. Sem ele, nenhum outro EPI de retenção funciona corretamente.
- Dispositivo de conexão (talabarte ou trava-quedas): Esse é o equipamento que liga o trabalhador ao sistema de ancoragem. Dependendo da aplicação, o kit pode trazer um talabarte simples ou em Y (com ou sem absorvedor de energia) e um trava-quedas deslizante ou retrátil, geralmente acompanhado de mosquetão. A escolha aqui é crítica: nem todo dispositivo serve para todo tipo de acesso ou atividade.
- Mosquetões e conectores: São os elos do sistema. Mesmo parecendo simples, precisam ter alta resistência, trava de segurança e CA válido, pois trabalham diretamente sob carga em uma eventual queda.
- Capacete com jugular: Obrigatório para trabalho em altura, o capacete com jugular evita que o EPI se desprenda durante movimentações verticais e protege contra impactos.
O que o kit NÃO inclui (e muita gente confunde)
Aqui está um ponto essencial: kits para trabalho em altura não incluem Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs). Ou seja, não fazem parte do kit:
- Pontos de ancoragem;
- Linhas de vida verticais ou horizontais;
- Trilhos rígidos;
- Estruturas metálicas ou sistemas fixos.
Esses elementos fazem parte da infraestrutura do local e precisam ser projetados, dimensionados e instalados previamente por colaboradores experientes. É justamente aqui que a maioria dos projetos começa a ficar mais complexa – e onde a atuação de profissionais especializados deixa de ser opcional.
Mitos e verdades sobre o kit de trabalho em altura

Mito 1: “Comprando um kit, já estou em conformidade com a NR-35”
Verdade: O kit atende parte da exigência, mas não resolve tudo sozinho. A conformidade com a lei depende da integração entre EPIs, sistema de ancoragem, análise de risco, treinamento e procedimentos corretos. O kit protege o trabalhador, não o local inteiro.
Mito 2: “Todo kit serve para qualquer tipo de trabalho em altura”
Verdade: Cada atividade exige uma solução diferente. Escada marinheiro, fachada, torre, cobertura ou plataforma elevatória apresentam riscos distintos. Um kit genérico pode até funcionar, mas nem sempre é o mais seguro ou adequado – a escolha do kit depende do sistema de ancoragem em questão.
Mito 3: “Talabarte, trava-quedas e linha de vida são a mesma coisa”
Verdade: Projetos em altura raramente são simples assim… esses são equipamentos diferentes, com funções distintas. Talabartes e trava-quedas são EPIs; linhas de vida e pontos de ancoragem são EPCs. Confundir esses conceitos pode comprometer toda a segurança do trabalho.
Onde comprar o seu kit para trabalho em altura?
Kits para trabalho em altura podem ser encontrados em fornecedores especializados em EPIs, lojas técnicas e distribuidores certificados. Mas atenção: preço e praticidade não devem ser os únicos critérios.
Antes de comprar, recomendo verificar:
- Se todos os EPIs possuem CA válido;
- Se os equipamentos são compatíveis entre si;
- Se o kit realmente atende ao tipo de atividade que será executada.
E mais importante: em projetos recorrentes, industriais ou com múltiplos pontos de acesso, o kit é apenas uma parte da solução. Nessas situações, contar com uma empresa que projeta, instala e valida sistemas de ancoragem é o caminho mais seguro – tanto do ponto de vista técnico quanto legal.

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Você não precisa estar sozinho nessa. Aqui na Mostaza, acreditamos que segurança em altura não deve ser tratada como custo, mas como investimento estratégico. Atuamos diariamente com projetos que vão muito além do kit, integrando EPIs, pontos de ancoragem, linhas de vida e soluções sob medida para cada cenário.
Com experiência técnica, equipe especializada e foco total em conformidade com a NR-35 e normas brasileiras, ajudamos nossos clientes a tomar decisões corretas – desde a escolha do equipamento até a implantação completa do sistema de segurança.
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