Trabalhar em altura, seja em torres de energia elétrica, telhados, construções, limpezas ou em qualquer outra situação acima de 2 metros do solo, exige cuidados redobrados para garantir a segurança dos trabalhadores. É nesse contexto que entram os equipamentos de proteção individual (EPIs) – nesse caso, os equipamentos para trabalho em altura – que assumem um papel crucial na prevenção de quedas e acidentes graves.
Continue lendo o artigo para saber tudo o assunto e assegurar um ambiente de trabalho em conformidade com as leis!
Quais são os tipos de equipamentos para trabalho em altura?
Os equipamentos para trabalho em altura são dispositivos ou acessórios projetados para proteger o trabalhador contra quedas de altura, impactos, objetos em queda e outros riscos inerentes a esse tipo de atividade. São diversos os tipos de EPIs disponíveis para esse tipo de serviço, cada um com características e funções específicas, como separamos abaixo:

- Cinto de segurança: Distribui a força de impacto em caso de queda, conectando o trabalhador ao sistema de ancoragem;
- Linha de vida: Utilizada para manutenção em telhados e outros projetos;
- Escada de marinheiro: Utilizada para economizar espaço e permitir o acesso seguro entre níveis de uma estrutura;
- Talabarte: Liga o cinto de segurança ao ponto de ancoragem, proporcionando mobilidade durante o trabalho;
- Trava-quedas: Dispositivo que retém o trabalhador em caso de queda livre, dissipando a energia do impacto;
- Conectores: Fazem a ligação entre os diferentes componentes do sistema de segurança, como mosquetões e ganchos;
- Ancoragem: Ponto fixo na estrutura que suporta o sistema de segurança, garantindo sua resistência em caso de queda em conjunto com a linha de vida;
- Capacete: Protege a cabeça contra quedas de objetos, impactos e choques elétricos;
- Óculos de segurança: Protegem os olhos contra partículas, poeira, produtos químicos e radiação UV;
- Luvas de segurança: Protegem as mãos contra cortes, abrasões, perfurações e produtos químicos;
- Calçados de segurança: Protegem os pés contra quedas de objetos, impactos, pisadas em objetos cortantes e escorregamentos.

Usos e aplicações dos equipamentos para trabalho em altura
Os equipamentos para trabalho em altura são utilizados em diversas atividades, como:
- Construção civil: Em obras de edifícios, pontes, túneis e outras estruturas.
- Manutenção: Em torres de energia elétrica, linhas de transmissão, antenas e outros equipamentos em altura.
- Serviços públicos: Em coleta de lixo, limpeza urbana, poda de árvores e outros serviços.
- Indústria: Em montagens, reparos e manutenções em máquinas e equipamentos em altura.
- Outras atividades: Em alpinismo industrial, rapel, trabalho em plataformas offshore e outras atividades que sejam realizadas a mais de dois metros de altura.
Regulamentação e normas dos equipamentos para trabalho em altura
No Brasil, o uso de equipamentos para trabalho em altura é obrigatório por lei, conforme a Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35) do Ministério do Trabalho e Emprego. A NR-35 estabelece os requisitos mínimos para a segurança e saúde dos trabalhadores em atividades em altura, incluindo a seleção, utilização, inspeção, manutenção e descarte dos EPIs.
A norma também define responsabilidades para empregadores e trabalhadores, como a obrigatoriedade do empregador de fornecer os EPIs adequados e de treinar os trabalhadores para seu uso correto. Já os trabalhadores são responsáveis por usar os EPIs de forma correta e comunicar ao empregador qualquer problema que identifiquem nos equipamentos.

História e evolução desse ramo de atividade
Os primeiros registros do uso de equipamentos de proteção individual para trabalho em altura datam do século XIV, quando os trabalhadores que construíam catedrais e outras estruturas altas utilizavam cordas e cintos simples para se protegerem de quedas. Ao longo dos séculos, os EPIs foram evoluindo gradativamente, incorporando novos materiais, tecnologias e designs que os tornaram mais seguros, confortáveis e eficazes.
No Brasil, a NR-35 foi instituída em 1996 e, desde então, vem sendo aprimorada para atender às novas necessidades e tecnologias do setor. Atualmente, a norma é considerada uma das mais completas e abrangentes do mundo em relação à segurança em trabalho em altura e regulamenta o uso dos equipamentos para trabalho em altura.
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